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O Centro de Convenções é uma obra inquestionável. Em todos os aspectos. Desde a sua utilidade à perspectivas de aprimoramento do turismo no Estado. Como também no campo político. Não há quem possa levantar a voz contra ele. Especialmente porque quem poderia prefere “brigar” pela paternidade do que criticá-lo.
Mais do que o indiscutível aspecto econômico e social, facilmente comprovado com as expectativas de negócios que a partir dele se desenvolverão, o Centro de Convenções, cuja primeira etapa foi inaugurada ontem, é um monumento à evolução política. Obra do governo Cássio, o idealizador e pioneiro do projeto, não parou na gestão curta de Maranhão e segue sendo inaugurado no governo Ricardo Coutinho.
Ao saudar e registrar claramente a importância de Cássio para a execução da obra, que leva o nome do pai do senador tucano, Ricardo Coutinho suplantou qualquer faísca que possa ser usada para desunir o que unido pode fazer um pouco mais pelo Estado. Por sua vez, Cássio, ao dizer que a homenagem ao poeta Ronaldo Cunha Lima vai ficar “guardada pra sempre” como gesto de carinho, profetizou que o fim do mundo não está próximo como muitos desejam.
Se a trajetória do Centro de Convenções pudesse virar uma regra nas gestões públicas da Paraíba teríamos um estado muito mais próspero doravante.
Luís Tôrres
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