Alguém disse certa vez que todo fato tem, na verdade, três versões. A minha, a sua e a que foi publicada. Eis que chega ao blog outra versão a respeito do convite que o prefeito Luciano Agra teria recebido, em Brasília, do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para se filiar a legenda na Paraíba.
Segundo consta, houve por parte do prefeito uma tentativa de costurar a possibilidade de assumir o comando da legenda. Lupi teria encerrado o assunto sugerindo que Agra fosse tratar do tema com o deputado federal Damião Feliciano, que comanda o PDT de fato.
A tese reforça aquilo que já dissemos neste espaço. Luciano Agra precisa de um “fiador político” ou de um partido para ficar na crista da onda a partir do dia 1º de janeiro de 2013. Sem um nem outro, corre o risco de ficar vagando e terá, no máximo, como construir uma candidatura proporcional.
Sem alguém que “aposte” nele, seja de Luciano Cartaxo, a Cássio Cunha Lima, de Ricardo Marcelo a Aguinaldo Ribeiro, Agra sentirá a dor e a delícia de ser o que é após deixar o mandato.
Alguém pode pular da mesa e dizer e quanto a Veneziano, não é a mesma situação? De jeito algum. Enquanto Veneziano, mesmo sem mandato, tiver um irmão senador da República e um partido como o PMDB dizendo que ele é o nome pra 2014 ele não corre o risco de ser esquecido.
A questão de Agra é como ele será lembrado se não tiver um partido ou alguém de mandato que fale por ele?
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