
Nunes explica que o Meio de Vida citado por Maranhão não passa de uma “cópia mal feita, tido Frankstein, de programa que o governo Wilson Braga tentou criar.
Ele explica na nota os motivos que levam o Empreender-JP diferente dos demais protótipos de programas destinados ao financiamento de pequenos negócios.
Confira a nota:
Sugeri à época criar o PROPENE - Programa de Apoio aos Pequenos Negócios. Seria uma linha de crédito para apoiar complementarmente aos bancos aos pequenos negócios. Foi administrado pela FUNSAT. O papel da Fundação administrada por Dra. Lúcia Braga era oferecer apoio às pessoas carentes. Insisti que fosse empréstimo, com inscrição, capacitação e construção de Projetos. O que, evidentemente, não aconteceu.
Em menos de um ano a inadimplência era da ordem de 85,0%. Então, jovem amigo, PROPENE e MEIO DE VIDA, em particular o primeiro tinham objetivos bem distintos do EMPREENDER-JP.
Os dois outras eram simples mecanismos de repasse de recursos (e a palavra mecanismos é a mais apropriada), enquanto o EMPREENDER-JP é, com efetividade, eficácia e sucesso uma linha de crédito, com metodologia claramente definida e rigorosamente cumprida: (a) inscrição, com pré-requisitos, participação, (b) cursos de capacitação para preparar os empreendedores (e) elaboração de Planos de Negócios (Projetos), construídos com o apoio técnico da Equipe do EMPREENDER-JP. A diferença entre este e os outros dois é abismal. Hoje quase 30 Municípios em todo o país reproduzem a metodologia do EMPREENDER-JP.
É, simplesmente, uma questão de \"visão de gestor\". É muito bom levantar a questão, melhor ainda que o eleitor compare. Fico à disposição para outros esclarecimentos, uma vez que fui participante ativo da metodologia dos 1o. e do atual, coberto de êxitos e sucesso.
Abraço fraterno,
Mauro Nunes Consultor Organizacional, Economista, especializado em Planos de Gestão, Empreendedorismo, Mudanças e Visão de Futuro.
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